CIP celebra Sucot com encontro de mulheres sobre espiritualidade, relações e propósito

Outubro

2026

Monica Koren conduziu reflexão sobre Cabalá e o papel feminino; encontro também teve homenagem à vereadora Cris Monteiro

A Congregação Israelita Paulista (CIP) realizou nesta quinta-feira, 01º  de outubro,  durante as celebrações de Sucot, um encontro especial voltado ao público feminino com Monica Koren, estudiosa da Cabalá e facilitadora de processos de autoconhecimento e transformação. Com o tema “Sucá: O espaço que nos acolhe e nos aproxima das estrelas”, Monica abordou espiritualidade, relacionamentos, propósito e equilíbrio, relacionando os ensinamentos da Cabalá aos desafios da vida cotidiana.

O encontro foi aberto pelo chazan Felipe (Pipo) Grytz, que conduziu a bênção das sete espécies de Israel. Na sequência, a presidente da CIP, Laura Feldman, deu as boas-vindas às participantes e destacou a trajetória de Monica, que, após anos de atuação no mercado financeiro, encontrou na Cabalá um novo caminho de propósito e passou a compartilhar seus conhecimentos com outras mulheres.

Monica falou sobre diferentes aspectos da alma segundo a Cabalá e utilizou as quatro matriarcas — Sara, Rebeca, Lea e Raquel — como referências para refletir sobre presença, coragem, transformação e realização. Ao abordar Sucot, destacou a sucá como um espaço de vulnerabilidade e de abertura para receber bênçãos e ressaltou o papel das mulheres na construção do ambiente familiar e na transmissão de valores. “Na corrida do dia a dia, a gente esquece de se conectar com a nossa verdade. Quando consigo compartilhar esse caminho com outras pessoas, vejo mulheres se redescobrindo, com felicidade e alegria de viver”, afirmou.

A programação também contou com a presença da vereadora Cris Monteiro e de seu chefe de gabinete, Gerson Pires. Laura Feldman agradeceu a parceria e o apoio de Cris aos projetos sociais e culturais desenvolvidos pela CIP ao longo dos últimos anos. Como reconhecimento, a vereadora recebeu uma placa de homenagem da Congregação, destacando seu compromisso e dedicação às iniciativas da instituição e à construção de uma sociedade mais justa e humana.

Estudiosa da Cabalá desde 1997, Monica também compartilhou aspectos de sua própria trajetória e contou que começou a ensinar após anos de estudo. Ao falar sobre sua ligação com a CIP, lembrou que a instituição faz parte de sua história familiar e afetiva. “A CIP é minha segunda casa. Sou cipiana desde sempre”, afirmou, recordando que frequentou as colônias da Congregação, celebrou seu Bat Mitzvá e se casou na instituição, onde seus pais também haviam se casado.